Eu vi o homem chorar, O gado morrer, A terra secar. O homem chorava, O gado morria, A terra ardia. O político tecia, O atleta a correr, A pátria a olhar. O homem orava, O gado diminuía, A terra água pedia. O homem a lamentar O gado a apodrecer A terra a fenecer O repórter questionava O partido desviava A família reduzia O homem os olhos erguia O gado carcará comia A terra deserto tornava Viver sem sorte A beira da morte É sina no norte O homem a Deus obedecia O gado já não existia A terra petrificava O jornal mostrava Ninguém ligava O ciclo seguia.
De sorriso franco e de bem com a vida, esse é o garoto que fui e que sou. Quem me conhece, sabe que e fácil saber o que estou sentindo, sou transparente e sou também alguém que se entrega aos amigos, aos amores que tenho e que já tive. Resumindo, sou apenas um rapaz (nem tão rapaz assim) latino americano.
O encontro marcado Sua primeira paixão na vida era o futebol, a segunda eram os jogos de futebol — tudo parecia girar em torno disso. Conhecido como “o galinha” da turma, “o garanhão” em verdade, tinha o sexo como terceira paixão. Era um domingo, dia de clássico, a turma estava reunida e Fernando estranhou que alguém pudesse levar a esposa ao estádio em um jogo como aquele, mas Rosa estava lá, bonita como sempre. Vestia a camisa do time e uma bermuda curtinha, coisa de doido — azar do amigo Miguel, que iria passar raiva, na certa. Jogo tenso, bolas desperdiçadas, gols perdidos; e a equipe deles tomou um gol em um contra-ataque rápido do arquirrival. Imagine!? O zagueiro aceitou uma bola nas costas e sem ter a velocidade necessária para acompanhar o adversário, acabou dando de bandeja. Mas nada estava perdido, o time continuava jogando bem. O jogo seguiu de forma t...
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